Marisa Lobo também foi acusada de tentar promover a “Cura Gay”. Marisa enfrentou o Conselho Federal de Psicologia (CFP) ao participar de audiências públicas em favor do Projeto de Decreto Legislativo 234 que torna sem efeito parte do Artigo 3º e o Artigo 4ª da Resolução nº 1 do CFP e que foi apelidado pela imprensa de “Cura Gay.
Durante o seu pronunciamento o senador afirmou que a atitude do CFP foi inconstitucional e “um crime jurídico”. O parlamentar prometeu que irá se empenhar para reverter esta situação. Malta prometeu ir à instancias jurídicas para rever o direito de Marisa Lobo exercer sua profissão. Magno também lembrou que o CFP tentou cassar o registro do pastor Silas Malafaia, presidente da igreja Assembleia de Deus Vitória em Cristo. “O conselho nacional de psicologia cometeu um grave erro jurídico. E aqui eu quero avisá-los de que é preciso que haja uma reação jurídica. E eu o farei.”, destacou. “O conselho nacional de psicologia cometeu um crime jurídico, não erro jurídico”, disse.
Magno Malta lembrou que estamos em um país em que a constituição defende a liberdade de expressão. E que é preciso reagir em favor da psicóloga Marisa Lobo para tentar reverter a decisão do CFP.
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